Paquímetro – O que é e para que serve?

Paquímetro é um instrumento usado para medir com precisão as dimensões de pequenos objetos. Trata-se de uma régua graduada, com encosto fixo, sobre a qual desliza um cursor. O paquímetro possui dois bicos de medição, sendo um ligado à escala e o outro ao cursor.

Um paquímetro detalhado

Para que serve um paquímetro?

Com um paquímetro podemos medir diversos objetos, tais como: parafusos, porcas, tubos, entre outros. Para realizar tal medição basta aproximar o objeto do bico superior e deslizar o cursor até que a peça fique justa

Existem diversos modelos de paquímetros, porém o paquímetro universal é o mais utilizado entre todos os modelos disponíveis no mercado. Serve para realizar medições internas, externas, de profundidade e de ressaltos.

Como usar o paquímetro

Para ser usado de forma correta, o paquímetro precisa:

  • Ter seu cursor e encosto limpos e a peça a ser medida precisa estar bem posicionada entre seus bicos;
  • Não expor o instrumento a luz solar direta;
  • Não desmontar o equipamento;
  • Evitar choques ou movimentos bruscos;
  • Evitar um aperto forte dos bicos sobre o objeto que será medido.

Curiosidades sobre o paquímetro – Energibell Engenharia Elétrica

Eletron – Sabe o que é e para que servem os elétrons?

Elétron (e ou β) é uma partícula que constitui o átomo, ou seja, é uma partícula subatômica. Ele tem carga negativa e se localiza na eletrosfera, em torno do núcleo atômico, o que decorre da força eletromagnética.

Elétron e seu funcionamento

As outras partículas são o próton (carga positiva) e o nêutron (carga neutra), as quais formam o núcleo atômico.

A massa do elétron, ou eletrão (em português europeu), é irrelevante; tem cerca de 1/1836,15267377 da massa do próton ou do nêutron, o mesmo que 10-30 kg. Por esse motivo, a massa atômica resulta da soma apenas da massa dos prótons e dos nêutrons.

A energia elétrica deve-se à movimentação dos elétrons que circulam pelos fios de eletricidade.

A carga positiva dos prótons junto com a carga negativa dos elétrons, dão origem à carga elétrica. 

A unidade de medida de energia elétron-volt para joule equivale a 1,602 177 33 (49) x 10-19. O elétron-volt é utilizado quando a unidade de medida do sistema internacional de energia (joule) é muito grande para ser considerada em certos estudos microscópicos.

Quando o átomo perde elétrons, ele fica carregado positivamente em decorrência dos prótons e formam cátions. Nessa condição, os elétrons são chamados de elétrons livres, que é o mesmo que dizer que são mais externos porque estão mais distantes do núcleo do átomo.

Ao contrário, são chamados de ânions quando o átomo tem maior número de elétrons e é carregado negativamente.

Importa mencionar que há um fenômeno da física que resulta na emissão de um elétron a partir de outro elétron. Esse elétron que é emitido recebe o nome de elétron auger.

Elétrons Emparelhados e Desemparelhados

Outro conceito relativo aos elétrons é o de elétrons emparelhados e desemparelhados, o que significa que essas partículas seguem ou não o mesmo sentido de rotação.

Assim, os emparelhados localizam-se aos pares, ao contrário dos desemparelhados. Isso porque a eletrosfera permite apenas a existência de dois elétrons com sentido de rotação opostas.

Descoberta do Elétron

J. J. Thomson (1856-1940) provou que o átomo era divisível. O elétron foi a primeira partícula atômica a ser descoberta, o que aconteceu em 1887 quando estudava os raios catódicos. Por esse motivo, o físico inglês ficou conhecido como o “pai do elétron”.

Disjuntores: Como funcionam e para que servem

Os disjuntores são dispositivos de proteção, que, quando ocorre um curto-circuito ou uma sobre corrente eles tem a função de cortar a passagem da corrente elétrica.

Disjuntores elétricos. Como funcionam e para que servem

O disjuntor, além de ser um dispositivo de proteção, pode ser usado para ligar e desligar circuitos, funcionando também como um dispositivo de manobra.

Eles são conhecidos pelos leigos como as “chaves” dos painéis elétricos que encontramos em residenciais.

Diferente dos fusíveis, que queimam e devem ser trocados quando ultrapassamos a corrente limite deles, os disjuntores quando a corrente passa do limite estipulado eles somente desarmam, podendo ser armado de novo manualmente.

Todo disjuntor possui uma corrente máxima suportada, e passando dessa corrente eles interrompem a passagem de corrente no circuito. Vamos ver a seguir alguns tipos de disjuntores.

Disjuntores Térmicos

O disjuntor térmico funciona a partir de uma lâmina, que possui um determinado coeficiente de dilatação. Quando temos uma sobre corrente, a lâmina aquece e começa a se deformar, fazendo abrir o contato e interromper a corrente do circuito.

O problema desse tipo de disjuntor, é que ele protege somente contra sobre carga, não sendo possível usar ele para proteção contra curto circuito. Isso por que, essa deformação da lâmina não é instantânea, e para termos uma boa proteção contra curto circuito ela deve ser instantânea.

Disjuntores Magnéticos

Agora sim temos um mecanismo que protege contra curto circuitos.

A corrente nesse disjuntor, passa por uma bobina, ou seja, ela cria um campo magnético. Esse campo magnético, quando atinge uma determinada força, atrai magneticamente um contato que interrompe o circuito. Assim, quando a corrente passa do máximo do disjuntor, a bobina cria um campo magnético que desarma o disjuntor.

A grande vantagem é a velocidade de interrupção instantânea, que permite esse disjuntor proteger tanto de curto circuitos, quanto de sobre corrente.

Disjuntores Termomagnéticos

Aqui temos a mistura dos dois tipos de disjuntores vistos anteriormente, os térmicos e os magnéticos. Esse é o dispositivo mais seguro e mais usado hoje em dia, sendo o melhor e o mais indicado entre os três.

Disjuntor DR

Serve para desarmar a o circuito caso detecte uma fuga de corrente. Pode proteger inclusive contra choques elétricos, mas também detecta falhas na instalação.

Os disjuntores, no geral, possuem diversas faixas de corrente em que atuam. Devem ser dimensionados de acordo com a instalação elétrica,  sendo que cada instalação possui uma carga diferente.

Tais dispositivos de segurança são obrigatórios, e não devem em hipótese alguma ser alterados ou removidos de uma instalação.

Como funcionam os disjuntores – Energibell Engenharia Elétrica

Lampada LED x Consumo de Energia

A lâmpada LED é mais econômica porque sua eficiência luminosa é bem maior do que as das outras lâmpadas. Ou seja, gasta menos energia para gerar a mesma quantidade de iluminação.

LED Light Emitting Diodes

Os Light Emitting Diodes são componentes eletrônicos que geram luz com baixo consumo de energia. Nas embalagens das lâmpadas LED há sempre três tipos de informações:

  • O fluxo luminoso em lúmens (lm) – quantidade de luz emitida.
  • A potência em Watts (W) – consumo de energia elétrica.
  • Eficiência luminosa (lm/W) – relação do fluxo luminoso com a potência.

As LED podem durar, dependendo do modelo, pelo menos vinte e cinco vezes mais do que as lâmpadas incandescentes e quatro vezes mais do que as fluorescentes compactas. Entretanto, o tempo (em horas de funcionamento) estimado na embalagem não significa o tempo que ela vai levar para queimar e sim o período que a lâmpada passará a funcionar com mais ou menos 70% da capacidade luminosa original. Cabe destacar que alguns fatores não relacionados com a qualidade do produto podem afetar sua durabilidade, como oscilações da rede elétrica ou mau contato no ponto de instalação. A garantia também é mais longa do que as das lâmpadas comuns. Sendo assim, caso o produto pare de funcionar ou tenha a sua eficiência luminosa reduzida dentro do prazo de garantia estipulado pelo fornecedor, configurando um defeito, o consumidor pode solicitar a sua substituição. Porém, para usufruir desse direito é preciso guardar a embalagem e a nota fiscal. Ademais, as LED geram menor risco para a saúde dos consumidores e para o meio ambiente, pois não contêm mercúrio na sua constituição, como é o caso das fluorescentes compactas. Podem, inclusive, ser descartadas em lixo comum. Elas também possuem várias outras vantagens em relação às outras tecnologias: não emitem radiação ultravioleta e infravermelha (sendo mais confortável para os olhos) e são mais difíceis de quebrar. Mesmo que isso aconteça, um revestimento especial impede que cacos se espalhem pelo ambiente preservando a saúde e a segurança do usuário.

O custo das lâmpadas LED, entretanto, ainda é mais alto do que o das outras. Porém, considerando o baixo custo de sua manutenção – em função da maior durabilidade – e a redução do custo na conta de luz, o gasto maior na sua compra poderá ser compensado.

O que você precisa saber na hora de escolher a LED?

Existem dois tipos de LED:

  • As de baixa potência, utilizadas para sinalização, árvores de Natal, decorações e situações que demandam baixa luminosidade, e as de alta potência, que emitem mais luz, podendo ser utilizadas para iluminação de ambientes que exijam maior luminosidade.
  • As de alta potência podem variar em relação ao tipo de distribuição luminosa da lâmpada, que pode ser não-direcional ou direcional.
  • As não-direcionais são lâmpadas de iluminação geral, tal como eram as incandescentes. O foco é aberto e a distribuição de intensidade luminosa é uniforme em todo o entorno, possuindo um ângulo que pode variar entre 0° e 135°, simetricamente em torno do eixo vertical.
  • As direcionais têm o facho de luz dirigido, correspondendo a um cone com ângulo de abertura de 120° – produzido por um refletor que direciona a luz. Além dessas, existem as LED tubulares com o foco luminoso equivalente ao da fluorescente tubular.

As lâmpadas LED costumam ter tonalidades de cores que podem ser identificadas nas embalagens como “temperaturas de cor”, expressas em Kelvin (K). Essas “temperaturas” não estão associadas diretamente à quantidade de calor gerado pela lâmpada. A luz emitida passa por uma sequência de cores, que vai do vermelho ao laranja e daí para amarelo, branco e azul, tal como acontece com a ponta de um maçarico, por exemplo. Nas LED atualmente disponíveis no mercado, é comum encontrar as seguintes tonalidades:

• um tom amarelo-alaranjado, considerado “quente ou morno”, mais próximo da cor emitida pela lâmpada incandescente, sendo mais apropriado para ambientes de descanso como quartos e salas de TV (2.700K).

• Um tom branco, “intermediário ou neutro”, mais comum em ambientes de trabalho (entre 3.800 e 4.200K).

• Um tom branco-azulado, classificado como “frio”. Essas são mais utilizadas em cozinhas, áreas de serviço e outros lugares que precisem de plena iluminação (acima de 6.000K).

No que se refere à tensão ou voltagem, é possível encontrar no mercado quatro opções: 12 volts (para luminárias), 127 volts, 220 volts ou bivolt. Por isso, antes de adquirir um modelo, é importante verificar qual é a compatível com a sua rede elétrica.

Quer trocar suas luminárias por lampadas de LED e não sabe por onde começar? Fique tranquilo, entre em contato com a Energibell Engenharia e economize na hora de pagar sua conta de energia elétrica.

Capacitor – Componente capaz de armazenar carga elétrica

Capacitor é um dispositivo elétrico que tem a capacidade de armazenar energia elétrica sob a forma de um campo eletrostático, fato esse denominado capacitância.

Capacitores eletricos Energibell
Funcionamento dos capacitores elétricos

Cada ocasião recebe um tipo específico de capacitor:

1- Capacitor Eletrolítico:

Diferencia-se dos demais por ter o material dielétrico de espessura extremamente pequena com relação aos outros. Internamente é composto por duas folhas de alumínio, separadas por uma camada de óxido de alumínio, enroladas e embebidas em um eletrólito líquido. Este capacitor possui polaridade, ou seja, um jeito correto de coloca-lo em qualquer circuito (terminal maior o positivo), caso ele seja polarizado da maneira incorreta, o capacitor entra em processo de curto circuito. Neste capacitor é muito perigoso polariza-lo incorretamente, pois ele pode explodir liberando gases. Os mais modernos não explodem nestes casos, apenas incham. Geralmente este capacitor vem com marcação de qual terminal é positivo e qual é negativo. Esse tipo de capacitor é encontrado em fontes de tensão, onde além de tornar a fonte mais estável é capaz de filtrar possíveis ruídos que possam vir da rede elétrica.

2- Capacitor de Poliéster:

Formado por várias camadas de poliéster e alumínio, o que o torna bastante compacto. Este capacitor tem uma capacidade de autorregeneração, no caso de dano entre as camadas (por pulsos de tensão acima do especificado, por exemplo), o material metálico que está sobre a folha de poliéster evapora, por ser muito fino, evitando um curto circuito. A quantidade de folhas e a espessura das mesmas determinam a capacitância deste capacitor.

3- Capacitor Cerâmico:

Um dos modelos mais conhecidos e usados. Consiste em um disco de cerâmica (material dielétrico), com duas fitas metálicas em cada uma das suas faces. Este capacitor geralmente causa certa confusão nos valores descritos sobre sua superfície (como valor de capacitância, por exemplo). São usados para circuitos de alta frequência e corrente contínua, e armazenam pequenas quantidades de cargas elétricas. São encontrados em televisões, rádios, flash de câmeras, roteadores etc.

4- Capacitor de Tântalo:

São usados para substituir os capacitores de eletrolítico, quando se quer minimizar o circuito. Seu material dielétrico é o Óxido de Tântalo, tem baixa corrente de fuga, e uma vida útil geralmente maior do que de outros eletrolíticos. Estes também merecem cuidado na hora da polarização, pois se polariza-lo de maneira incorreta certamente ocasionará em uma explosão imediata. Para prevenir isto, como de costume, os fabricantes tomam o cuidado de deixar o terminal positivo maior que o terminal negativo.

5- Capacitor de Mica:

O material dielétrico deste capacitor, obviamente, é a mica. As placas são de prata, e estas envolvem a folha de mica. Altamente estável quanto à temperatura e possui baixa perda de carga. Muito usado sem circuitos osciladores e circuitos ressonantes. Estes capacitores podem ou não possuir terminais, como os já citados possuem. Alguns modelos são soldados diretamente na placa a qual será montado o circuito, isso ocasiona uma boa dissipação do calor quando se está trabalhando com potências elevadas.

6- Capacitor SMD: 

São usados em todo tipo de equipamentos eletrônicos. O material dielétrico destes capacitores pode ser de cerâmica, tântalo, entre outros. Por serem muito pequenos, geralmente são montados nos circuitos por robôs. Ele não possui terminais, este componente é de montagem em superfície.

7- Capacitor variável:

São usados em circuitos sintonizados, como a sintonia de um rádio. O material dielétrico geralmente é o ar, e as placas são de alumínio ou latão. Não são indicados para trabalhar em altas potencias e tensões elevadas.

8- Capacitor a Óleo e Papel:

Não são mais fabricados, e por isso são verdadeiras raridades. Eles eram usados em equipamentos valvulados, onde requer alta isolação. Sua composição era de fitas de alumínio enroladas em um papel embebido por óleo. Da mesma forma, os capacitores de papel já não são mais fabricados, eles eram usados nos primórdios da eletrônica. Eram constituídos por folhas metálicas e um tubo enrolado de papel. Estes materiais eram embebidos de cera de abelha.

Basicamente, os capacitores tem a mesma função: armazenar energia. O que os diferencia geralmente são a aplicação e o material dielétrico utilizado.

Capacitores elétricos Energibell

Manutenção elétrica | Somente por profissional habilitado

Quando uma empresa de qualquer ramo e porte depende de máquinas e equipamentos elétricos e equipamentos para aumentar da produtividade e melhorar o fluxo de caixa, é extremamente importante manter essas máquinas inspecionadas e em boas condições de operação e de conservação. A manutenção elétrica industrial, ou manutenção de equipamentos elétricos, inclui todos os tipos de manutenção realizados em uma planta industrial, sendo eles a manutenção preventiva, preditiva e corretiva (planejada ou não planejada).

Manutencão Industrial
Etiqueta para uso somente por profissional habilitado

A manutenção elétrica de determinados equipamentos só deve ser executada por um profissional regularmente treinado e experiente, lembrando que os eletricistas e mecânicos de manutenção elétrica são capazes de detectar problemas elétricos antes que se tornem graves entraves para os processos de manufatura, atingindo também a lucratividade da empresa.

Ao elaborar um planejamento de rotina de manutenção, que abranja o uso de tecnologia avançada e conte com especialistas técnicos, as companhias do setor industrial conseguem, de modo eficaz, gerenciar seus ativos dentro da planta industrial e manter os equipamentos industriais e máquinas sempre um nível ótimo de confiabilidade. Dessa forma, a probabilidade de uma máquina apresentar falha e comprometer a produção é quase mínima. Leia mais para conhecer os benefícios da manutenção preventiva de equipamentos elétricos, bem como o uso da termografia infravermelha com o objetivo de detectar problemas elétricos.

Economizando tempo e dinheiro em manutenção elétrica

Um programa de manutenção programada e de manutenção corretiva elétrica eficaz envolve o planejamento de inspeções de rotina e testes de elétrica em uma base regular, garantindo todos os equipamentos e máquinas da planta industrial estejam sendo constantemente verificadas, seja para prevenir falhas ou para corrigi-las a tempo. Mesmo pequenos problemas elétricos podem se tornar um grande motivo de dor de cabeça aos gestores se não forem identificados por muito tempo, levando a reparos de emergência e à paralisação das linhas de produção visando à reposição de peças caras. Em uma economia global desafiadora que exige baixo custo de produção em massa em tempo hábil, a interrupção da produção devido à falha do equipamento pode ter amplos reveses.

Segurança no local de trabalho da manutenção

Aplicar a atividade de manutenção elétrica preventiva no chão de fábrica não só economiza tempo e dinheiro, mas também preserva a segurança dos trabalhadores que atuam direta e indiretamente com os equipamentos elétricos. Manter o funcionamento correto e seguro do equipamento afasta bastante os riscos de acidente de trabalho. A falha do equipamento elétrico acarreta alguns perigos, como os incêndios e explosões, expondo os trabalhadores a ferimentos graves e ao risco de morte. Por isso, as máquinas devem ser inspecionadas com frequência para identificar potenciais problemas e impedir que se transformem em perigos no local de trabalho.

Utilizando a termografia infravermelha

O uso da termografia infravermelha (IR) é fundamental na qualidade e na eficiência da manutenção preventiva em ambientes onde existam equipamentos e circuitos elétricos. Todos os objetos irradiam energia térmica, ou calor, e as câmeras de infravermelho são capazes de detectar a radiação de calor emitida a partir de qualquer objeto, captando as imagens por meio do “calor”. Através de uma gama de cores, essas imagens apresentam pontos quentes que não são percebidas a olho nu. A termografia é usada para revelar circuitos soltos, falhas do equipamento e riscos de segurança.

Noticia Potencial Energia / Energibell Engenharia Elétrica – Profissionais habilitados

 

Maquinas e equipamentos GE

Projeto elétrico com emissão da ART

Como iniciar uma obra com segurança, quando o assunto envolve o quesito de energia elétrica? Um bom projeto elétrico, pode fazer toda a diferença, tanto no período da obra em andamento, quanto no pós obra, na ocasião da manutenção preventiva.

Estudo de projeto eletrico
Como analisar um projeto elétrico

Um bom projeto elétrico, consiste na determinação de materiais, tanto em especificação quanto em quantidade, além de como serão feitas as instalações que demandam energia elétrica após o término da obra. Isso vale tanto para iluminação quanto para a rede de tomadas. Nos projetos elétricos o responsável pela execução, geralmente um eletricista, possui todas as informações necessárias para fazer corretamente as instalações elétricas da obra.

Saiba quem é a pessoa responsável por cada tipo de projeto

Todo projeto elétrico deve ser feito por um especialista habilitado para esta função. Projetos mais simples o Engenheiro Civil e um Técnico em Elétrica podem fazer, mas para os projetos mais elaborados, há uma exigência de que os mesmos sejam feitos pelo Engenheiro Eletricista, exigência esta, determinada pelo órgão regulamentador CREA, que além de tudo, exige também a emissão de uma ART (Atestado de Responsabilidade Técnica), para tal estrutura de projeto.

Isso tudo acontece por se tratar de um projeto que demanda uma alta responsabilidade, afinal, se não for bem dimensionado podem acontecer acidentes como choques, curto circuitos, dentre outros e que podem causar prejuízo e até riscos à saúde de quem estiver utilizando tal instalação.

A Energibell, conta com profissionais qualificados para elaboração de projetos elétricos, garantindo o cumprimento das NBRs (Normas Brasileiras), que por sua vez, preza pela segurança do usuário e também do cliente consumidor.

Contate a Energibell – Engenharia Elétrica e contrate nossos serviços:

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