Missão, Visão e Valores

Realizar serviços de qualidade superior. Ser referência em mao de obra elétrica no interior paulista e ter preferência do cliente e indústria brasileira.

Nossa Missão Nossa Visão e Nossos Valores
Tripé de sustentação empresarial: Visão, Missão e Valores

Missão

Nossa missão, é realizar serviços elétricos, de qualidade superior, visando a satisfação e fidelização do cliente consumidor.

Visão

Nossa visão, é ser a empresa de manutenção elétrica, mais lembrada no interior paulista. Uma verdadeira referência, em serviço elétrico industrial, com profissionais altamente qualificados.

Valores

Nossos Valores estão centralizados, na segurança das pessoas, acima de tudo. Queremos ter a preferência dos clientes e das empresas, por nossos serviços de manutenção elétrica industrial.

 Para nós, a segurança está em primeiro plano. Crescer e evoluir juntos, está em nosso DNA e Valorizar quem faz a nossa empresa acontecer, são marcas registradas da Energibell.

 

Serviços | Eletricidade Industrial

Estudos e Laudos Técnicos, SPDA, Sistema de Aterramento, Sistema de Alarme e Incêndio, Sistema de Iluminação e Energia, Readequação NR 10

Eletrica Industrial Serviços de Manutenção
Serviços de manutenção elétrica industrial

Compare preços e contrate os melhores serviços do interior! Orçamento de Serviços Elétricos, é com a Energibell Engenharia.

Conheça nosso setor de atuação:

Projetos, Cabine Primária de média Tensão, Painéis de Distribuição de BT e MT, Aterramento de Segurança e Sistema de Proteção contra Descarga Atmosférica.
Manutenção Preventiva, Termografia, Teste de Tensão Aplicada, Teste de Resistência Elétrica.

Manutenção Industrial, Montagem de Quadro e Painel Elétrico, Energia e Iluminação Industrial.

Energibell, sua melhor opção em serviços elétricos.

 

Tapete isolante |Classes de isolação NR 10

O tapete isolante deve apresentar capacidade de isolamento elétrico perfeitamente de acordo com a classe de tensão utilizada.

Classes de tapetes isolantes
Classes – Tapetes para isolação elétrica

Sobra a obrigatoriedade

Sua utilização é obrigatória em cabines de força – cabine primária, cabine secundária – e subestações. Centro de controle de motores (CCM) e painéis/quadros elétricos também são locais onde o uso preventivo do piso é requerido.

A Norma Regulamentadora de Segurança em Instalações e Serviços de Eletricidade (NR-10), institui o uso de piso isolante em áreas sujeitas a risco de descargas elétricas. À obrigatoriedade de uso de EPI (Equipamento de Proteção Individual), como luva, sapato e vara de manobra se acrescenta a utilização de EPC (Equipamento de Proteção Coletiva), representado pelo Tapete Isolante Elétrico.

Nível de voltagem

A especificação fundamental da Norma estabelece que qualquer equipamento de proteção deva ser compatível com o nível de voltagem máxima de operação. Neste caso específico, o tapete isolante necessita apresentar capacidade de isolação elétrica perfeitamente de acordo com a classe de tensão utilizada.

Teste de isolação e laudo assinado

Além deste importante requisito, é exigido teste de isolação (rigidez dielétrica) acompanhado de laudo, assinado por laboratório especializado em ensaios elétricos e com prazo de validade de 1 ano.

Custo benefício

A opção pelo tapete como piso isolante apresenta três vantagens básicas:

  • Custo menor comparado com outras soluções.
  • Um rolo de tapete pode atingir até 20m de comprimento e 2m de largura, dependendo da espessura.
  • Única alternativa com altíssima capacidade de isolação- até 70kv.

 

Instalações de rede de energia elétrica

Rede elétrica é uma rede interligada para entrega da eletricidade dos fornecedores aos consumidores.

Na Industria elétrica, rede elétrica é um termo usado para definir uma rede de eletricidade que realiza as seguintes três operações:

Geração de eletricidade:

geração de eletricidade é o primeiro processo na entrega da eletricidade aos consumidores.

Transmissão

Transmissão de energia elétrica é o processo de transportar energia entre dois pontos. O transporte é realizado por linhas de transmissão de alta potência, geralmente usando corrente alternada, que de uma forma mais simples conecta uma usina ao consumidor.

Distribuição de energia elétrica.

Distribuição de energia elétrica ou distribuição de eletricidade é a etapa final no fornecimento de energia elétrica;

Veja uma definição bem simples sobre energia: “Energia é a capacidade que um corpo tem de realizar um trabalho” (SENAI-SP, 2012).

via O QUE É ENERGIA? — Elétrica na Rede

Energibell Instalações de rede de energia elétrica

 

PPRA – NR 9 | Programa de Prevenção de Riscos Ambientais

O PPRA é parte integrante do conjunto de iniciativas da empresa no campo de cuidados da saúde e da dignidade dos trabalhadores.

O futuro em nossa mãos
A energia e o futuro em nossas mãos

9.1 Do objeto e campo de aplicação

9.1.1 Esta Norma Regulamentadora – NR estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação, por parte de todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados, do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA, visando à preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.

9.1.2 As ações do PPRA devem ser desenvolvidas no âmbito de cada estabelecimento da empresa, sob a responsabilidade do empregador, com a participação dos trabalhadores, sendo sua abrangência e profundidade dependentes das características dos riscos e das necessidades de controle.

9.1.2.1 Quando não forem identificados riscos ambientais nas fases de antecipação ou reconhecimento, descritas nos itens 9.3.2 e 9.3.3, o PPRA poderá resumir-se às etapas previstas nas alíneas “a” e “f” do subitem 9.3.1.

9.1.3 O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, devendo estar articulado com o disposto nas demais NR, em especial com o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO previsto na NR-7.

9.1.4 Esta NR estabelece os parâmetros mínimos e diretrizes gerais a serem observados na execução do PPRA, podendo os mesmos ser ampliados mediante negociação coletiva de trabalho.

9.1.5 Para efeito desta NR, consideram-se riscos ambientais os agentes físicos, químicos e biológicos existentes nos ambientes de trabalho que, em função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos à saúde do trabalhador.

9.1.5.1 Consideram-se agentes físicos as diversas formas de energia a que possam estar expostos os trabalhadores, tais como: ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas, radiações ionizantes, radiações não ionizantes, bem como o infrassom e o ultrassom.

9.1.5.2 Consideram-se agentes químicos as substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar no organismo pela via respiratória, nas formas de poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases ou vapores, ou que, pela natureza da atividade de exposição, possam ter contato ou ser absorvidos pelo organismo através da pele ou por ingestão.

9.1.5.3 Consideram-se agentes biológicos as bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus, entre outros.

9.2 Da estrutura do PPRA

9.2.1 O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais deverá conter, no mínimo, a seguinte estrutura:

  1. a) planejamento anual com estabelecimento de metas, prioridades e cronograma;
  2. b) estratégia e metodologia de ação;
  3. c) forma do registro, manutenção e divulgação dos dados;
  4. d) periodicidade e forma de avaliação do desenvolvimento do PPRA.

9.2.1.1 Deverá ser efetuada, sempre que necessário e pelo menos uma vez ao ano, uma análise global do PPRA para avaliação do seu desenvolvimento e realização dos ajustes necessários e estabelecimento de novas metas e prioridades. 1

9.2.2 O PPRA deverá estar descrito num documento-base contendo todos os aspectos estruturais constantes do item 9.2.1.

9.2.2.1 O documento-base e suas alterações e complementações deverão ser apresentados e discutidos na CIPA, quando existente na empresa, de acordo com a NR-5, sendo sua cópia anexada ao livro de atas desta Comissão.

9.2.2.2 O documento-base e suas alterações deverão estar disponíveis de modo a proporcionar o imediato acesso às autoridades competentes.

9.2.3 O cronograma previsto no item 9.2.1 deverá indicar claramente os prazos para o desenvolvimento das etapas e cumprimento das metas do PPRA.

9.3 Do desenvolvimento do PPRA

9.3.1 O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais deverá incluir as seguintes etapas:

  1. a) antecipação e reconhecimentos dos riscos;
  2. b) estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle;
  3. c) avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores;
  4. d) implantação de medidas de controle e avaliação de sua eficácia;
  5. e) monitoramento da exposição aos riscos;
  6. f) registro e divulgação dos dados.

9.3.1.1 A elaboração, implementação, acompanhamento e avaliação do PPRA poderão ser feitas pelo Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SESMT ou por pessoa ou equipe de pessoas que, a critério do empregador, sejam capazes de desenvolver o disposto nesta NR.

9.3.2 A antecipação deverá envolver a análise de projetos de novas instalações, métodos ou processos de trabalho, ou de modificação dos já existentes, visando a identificar os riscos potenciais e introduzir medidas de proteção para sua redução ou eliminação.

9.3.3 O reconhecimento dos riscos ambientais deverá conter os seguintes itens, quando aplicáveis:

  1. a) a sua identificação;
  2. b) a determinação e localização das possíveis fontes geradoras;
  3. c) a identificação das possíveis trajetórias e dos meios de propagação dos agentes no ambiente de trabalho;
  4. d) a identificação das funções e determinação do número de trabalhadores expostos;
  5. e) a caracterização das atividades e do tipo da exposição;
  6. f) a obtenção de dados existentes na empresa, indicativos de possível comprometimento da saúde decorrente do trabalho;
  7. g) os possíveis danos à saúde relacionados aos riscos identificados, disponíveis na literatura técnica;
  8. h) a descrição das medidas de controle já existentes.

9.3.4 A avaliação quantitativa deverá ser realizada sempre que necessária para:

  1. a) comprovar o controle da exposição ou a inexistência riscos identificados na etapa de reconhecimento;
  2. b) dimensionar a exposição dos trabalhadores;
  3. c) subsidiar o equacionamento das medidas de controle.

9.3.5 Das medidas de controle

9.3.5.1 Deverão ser adotadas as medidas necessárias suficientes para a eliminação, a minimização ou o controle dos riscos ambientais sempre que forem verificadas uma ou mais das seguintes situações:

  1. a) identificação, na fase de antecipação, de risco potencial à saúde;
  2. b) constatação, na fase de reconhecimento de risco evidente à saúde;
  3. c) quando os resultados das avaliações quantitativas da exposição dos trabalhadores excederem os valores dos limites previstos na NR-15 ou, na ausência destes os valores limites de exposição ocupacional adotados pela ACGIH – American Conference of Governmental Industrial Higyenists, ou aqueles que venham a ser estabelecidos em negociação coletiva de trabalho, desde que mais rigorosos do que os critérios técnico-legais estabelecidos;
  4. d) quando, através do controle médico da saúde, ficar caracterizado o nexo causal entre danos observados na saúde os trabalhadores e a situação de trabalho a que eles ficam expostos.

9.3.5.2 O estudo, desenvolvimento e implantação de medidas de proteção coletiva deverá obedecer à seguinte hierarquia:

  1. a) medidas que eliminam ou reduzam a utilização ou a formação de agentes prejudiciais à saúde;
  2. b) medidas que previnam a liberação ou disseminação desses agentes no ambiente de trabalho;
  3. a) medidas que reduzam os níveis ou a concentração desses agentes no ambiente de trabalho.

9.3.5.3 A implantação de medidas de caráter coletivo deverá ser acompanhada de treinamento dos trabalhadores quanto os procedimentos que assegurem a sua eficiência e de informação sobre as eventuais limitações de proteção que ofereçam.

9.3.5.4 Quando comprovado pelo empregador ou instituição a inviabilidade técnica da adoção de medidas de proteção coletiva ou quando estas não forem suficientes ou encontrarem-se em fase de estudo, planejamento ou implantação, ou ainda em caráter complementar ou emergencial, deverão ser adotadas outras medidas, obedecendo- se à seguinte hierarquia:

  1. a) medidas de caráter administrativo ou de organização do trabalho;
  2. b) utilização de equipamento de proteção individual – EPI.

9.3.5.5 A utilização de EPI no âmbito do programa deverá considerar as Normas Legais e Administrativas em vigor e envolver no mínimo:

  1. a) seleção do EPI adequado tecnicamente ao risco a que o trabalhador está exposto e à atividade exercida, considerando-se a eficiência necessária para o controle da exposição ao risco e o conforto oferecido segundo avaliação do trabalhador usuário;
  2. b) programa de treinamento dos trabalhadores quanto à sua correta utilização e orientação sobre as limitações de proteção que o EPI oferece;
  3. c) estabelecimento de normas ou procedimento para promover o fornecimento, o uso, a guarda, a higienização, a conservação, a manutenção e a reposição do EPI, visando garantir as condições de proteção originalmente estabelecidas;
  4. d) caracterização das funções ou atividades dos trabalhadores, com a respectiva identificação dos EPI’s utilizados para os riscos ambientais.

9.3.5.6 O PPRA deve estabelecer critérios e mecanismos de avaliação da eficácia das medidas de proteção implantadas considerando os dados obtidos nas avaliações realizadas e no controle médico da saúde previsto na NR- 7.

9.3.6 Do nível de ação.

9.3.6.1 Para os fins desta NR, considera-se nível de ação o valor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas de forma a minimizar a probabilidade de que as exposições a agentes ambientais ultrapassem os limites de exposição. As ações devem incluir o monitoramento periódico da exposição, a informação aos trabalhadores e o controle médico.

9.3.6.2 Deverão ser objeto de controle sistemático as situações que apresentem exposição ocupacional acima dos níveis de ação, conforme indicado nas alíneas que seguem:

  1. a) para agentes químicos, a metade dos limites de exposição ocupacional considerados de acordo com a alínea “c” do subitem 9.3.5.1;
  2. b) para o ruído, a dose de 0,5 (dose superior a 50%), conforme critério estabelecido na NR-15, Anexo I, item 6.

9.3.7 Do monitoramento.

9.3.7.1. Para o monitoramento da exposição dos trabalhadores e das medidas de controle, deve ser realizada uma avaliação sistemática e repetitiva da exposição a um dado risco, visando à introdução ou modificação das medidas de controle, sempre que necessário.

9.3.8 Do registro de dados.

9.3.8.1 Deverá ser mantido pelo empregador ou instituição um registro de dados, estruturado de forma a constituir um histórico técnico e administrativo do desenvolvimento do PPRA.

9.3.8.2 Os dados deverão ser mantidos por um período mínimo de 20 (vinte) anos.

9.3.8.3 O registro de dados deverá estar sempre disponível aos trabalhadores interessados ou seus representantes e para as autoridades competentes.

9.4 Das responsabilidades

9.4.1 Do empregador:

  1. estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento do PPRA como atividade permanente da empresa ou instituição.

9.4.2 Dos trabalhadores:

  1. colaborar e participar na implantação e execução do PPRA;
  2. seguir as orientações recebidas nos treinamentos oferecidos dentro do PPRA;

III. informar ao seu superior hierárquico direto ocorrências que, a seu julgamento, possam implicar riscos à saúde dos trabalhadores.

9.5 Da informação

9.5.1 Os trabalhadores interessados terão o direito de apresentar propostas e receber informações e orientações a fim de assegurar a proteção aos riscos ambientais identificados na execução do PPRA.

9.5.2 Os empregadores deverão informar os trabalhadores de maneira apropriada e suficiente sobre os riscos ambientais que possam originar-se nos locais de trabalho e sobre os meios disponíveis para prevenir ou limitar tais riscos e para proteger-se dos mesmos.

9.6 Das disposições finais

9.6.1 Sempre que vários empregadores realizem simultaneamente atividades no mesmo local de trabalho terão o dever de executar ações integradas para aplicar as medidas previstas no PPRA visando a proteção de todos os trabalhadores expostos aos riscos ambientais gerados.

9.6.2 O conhecimento e a percepção que os trabalhadores têm do processo de trabalho e dos riscos ambientais presentes, incluindo os dados consignados no Mapa de Riscos, previsto na NR-5, deverão ser considerados para fins de planejamento e execução do PPRA em todas as suas fases.

9.6.3 O empregador deverá garantir que, na ocorrência de riscos ambientais nos locais de trabalho que coloquem em situação de grave e iminente risco um ou mais trabalhadores, os mesmos possam interromper de imediato as suas atividades, comunicando o fato ao superior hierárquico direto para as devidas providências.

PPRA – Contrate os serviços profissionais da Energibell Engenharia

 

Eletricidade física | O trabalho da força elétrica

Trabalho e energia são grandezas proporcionais. Esta é uma definição para o trabalho quando se estuda a energia mecânica.

Trabalho em eletricidade

Trabalho + eletricidade = A perfeição da física

Sabemos também na energia mecânica que o trabalho é realizado por uma força constante e paralela ao deslocamento de um corpo correspondente à variação de energia mecânica sofrida pelo corpo.

Feitas essas observações necessárias sobre trabalho na energia mecânica, vamos agora entender como funciona o Trabalho da Força Elétrica. 

Uma carga elétrica Q fixa, cria um campo elétrico. Se abandonarmos uma carga de prova q dentro desse campo, a carga q irá sofrer influência da força elétrica F, que irá mover esta carga de prova q na mesma direção e no mesmo sentido em que esteja se movendo essa força.

Trabalho Motor 
– Quando a força elétrica F desloca a carga de prova q no sentido da própria força.

Trabalho Resistente –
 Quando é realizado um trabalho contra as forças do campo elétrico, ou seja, quando a força é contrária ao sentido do deslocamento do campo.

Força Elétrica
= Força Conservativa
Essa igualdade ocorre porque o trabalho executado fica armazenado na forma de energia.

Características das forças Conservativas
O trabalho da força elétrica não depende da trajetória, depende apenas dos pontos inicial e final.

Expressão do Trabalho da força elétrica
A representação matemática do Trabalho da Força Elétrica é dada pela equação:

Onde:
τ = trabalho da força elétrica
q = carga de prova
Ko = constante eletrostática
Q = carga fixa
d = distância

Por Talita A. Anjos
Graduada em Física / Equipe Brasil Escola

O que é e para que serve um regulador de indução?

Regulador de tensão de indução é um tipo de máquina elétrica na qual a tensão de saída pode ser variada de zero a um determinado valor máximo, dependendo da relação de voltas nos rolamentos primário e secundário.

Transformadores elétricos fazem uso de indução eletromagnética para transferir energia elétrica do rolamento primário para o secundário. O rolamento primário é comparado ao estator no motor, enquanto o rolamento secundário é comparado ao rotor.

Ao contrário dos transformadores elétricos comuns com um núcleo magnético de geometria fixa, o regulador de indução tem polos primários onde a energia primária é transformada em intensidade de campo magnético. A intensidade do campo magnético e a relação de tensão resultante entre o rotor e o estator também são determinadas pela proximidade ou falta de proximidade do núcleo magnético fixo e móvel.

A taxa de transferência de tensão e a taxa de transferência de energia são controláveis no regulador de indução. Ao ligar o rotor a um sistema de engrenagens, é possível ajustar, manual ou remotamente, a tensão necessária ou a taxa de transferência de potência entre o rotor e o estator.

O regulador de indução está disponível em versões trifásica e monofásica

via O que é e para que serve um regulador de indução? — BLOG INSTITUTO INSTRONIC

Instalações elétricas de média tensão

As instalações elétricas de média tensão, são típicas de edificações de grande porte em tensão de 1 kV até 36,2 kV.

Elétrica em média tensão
Instalação elétrica em média tensão

Estamos instalados em Nova Odessa/SP, á Rua Dr. Atayde Gomes, 485 e atendemos indústrias e comércios novos ou em expansão de média tensão ou redes secundárias (redes de baixa tensão).

Executamos projetos e instalação elétrica de media tensão em cabine primária. Nosso departamento de engenharia está apto a executar os serviços de montagem e manutenção de disjuntores MT em sua empresa.

Fale conosco: Energibell 

 

Manutenção Preditiva

A preditiva é feita por aparelhos e instrumentação. O profissional, com estudo térmico do óleo, consegue “sentir” o que está acontecendo.

Análise do óleo lubrificante
Análise do óleo lubrificante do transformador

Manutenção Preditiva, em outras palavras, nada mais é que o acompanhamento, monitoramento e inspeção de máquinas com o objetivo de indicar suas condições de funcionamento.

A ideia é coletar dados que informam o desgaste dos equipamentos e seu processo natural de degradação. Assim, é possível aumentar a vida útil dos equipamentos, além de melhorar a sua produtividade.

Contrate os Serviços Elétricos da Energibell, para a manutenção preditiva da sua empresa.

 

Cerca eletrificada

O alarme dispara quando há um rompimento ou aterramento dos fios que constituem uma rede de proteção do sistema elétrico. Sua voltagem gira próximo a 8.000V.

Cerca eletrificada
Cerca elétrica ou cerca concertina, a escolha é sua.

Afinal das contas, quais as opções de cercas para um imóvel?

Vamos destacar duas opções de cerca:

  • A cerca elétrica e,
  • A cerca concertina

 

Diferença entre Cerca Concertina e Cerca elétrica

A cerca Concertina é feita com arame farpado e recebe as farpas depois da fabricação do arame. As lâminas da Concertina são fabricadas juntamente com o fio.

A Concertina é definida como um arame laminado, vendido em formato espiral, que compõe um sistema de proteção patrimonial. A Concertina necessita de pouquíssima manutenção e não tem consumo de energia, por ser um produto robusto é bastante intransponível.

A Concertina é fabricada em aço Galvalume. Para garantir segurança, a cerca Concertina é fixada em muro, alambrados, cercas, portões, telhados.

Já a cerca elétrica necessita de manutenção.

Seu efeito inibidor é maior do que a Concertina. Há também a estética. A cerca elétrica é mais discreta e menos agressiva, possui sistema de alarme sonoro em caso de corte dos fios. Ela é viável para trechos e coberturas grandes e emite voltagem em torno de 8.000 volts dependendo da central de choque.

A Energibell instala sua cerca elétrica, consulte nossos preços, hoje mesmo. Confie sua segurança a quem é Expert em serviços elétricos em baixa e média tensão.